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Espiritualidade Cristã (uma definição).

 

 

 

 

 

 

Afinal, o que é espiritualidade cristã?
Não confunda espiritualidade com espiritismo ou espiritualismo, pois espiritualidade NÃO é um sinônimo para palavra religião ou similares.
Espiritualidade é a consideração de uma dimensão além.

E a pessoa espiritual é aquela capaz de vivenciar tal realidade transcendental mesmo em meio aquilo que aparentemente é mais comum.

 

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Religião X Espiritualidade

                                      O fato é que a religião e espiritualidade estão se tornando cada vez mais separadas.  Religião: cerca de 60% da população mundial ainda freqüenta algum tipo de religião institucional – estão se “religando”.  Mas o que a religião faz pela humanidade?  Penso que a religião restringe as emoções (restringe a alma) e disciplina a massa naquilo que ordinário. Cumpre o papel histórico de ordenar e civilizar – estabelece limites. Sua proposta é ser uma fórmula bem definida em concepções, princípios, regras, processos e procedimentos ritualísticos (um caminho reto). 

A religião sempre foi e sempre será uma elaboração imediatista que se considera um modelo para mundo, empregando assim o máximo de esforço para convencimento alheio. Seus conceitos preestabelecidos são compartilhados (de forma oral ou escrita) como cultura e tradição, o que exige uma filiação e um não questionamento – por ela somos iluminados por um conhecimento externo que por nós deve ser internalizado. Espiritualidade: significa a consciência de uma dimensão extraordinária – transcendente!. 

                                    A base religiosa fundamental está posta, e é dela que se deve partir, mas vivenciar tão somente a plataforma do sistema religioso não é o bastante, a pessoa agora não se sente mais tão confortável em ser um praticante religioso – então brota um despertar interno que passa diretamente por alguma forma de experiência mística e é vivenciado numa resposta não mais fixa, mas numa transformação dinâmica da realidade, num pensar em desenvolvimento que vai gerando esclarecimentos. E cada um de nós que desperta espiritualmente faz composição com o semelhante numa comunidade fraterna que segue em crescente egrégora – a partir daí iluminamos o mundo. 

Hoje cada vez mais é comum as pessoas dizerem que “São espirituais, mas não religiosas”, ou seja, elas estão separando muito bem ambas as possibilidades, elas se identificam com o espiritual, mas não com a religião, existe algo sobre a religião que elas não apreciam e existe algo na espiritualidade que eles gostam bastante, como não acreditar em dogmas fechados e sim em um processo que emerge internamente e vai desabrochando durante a própria vida. Pois bem, qual das duas possibilidades é a que você escolhe?.                                                                                              PELLEGRINI – Pellegrino / Peregrinus
“Sou peregrino na terra” Salmo 119.19a

 

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Amor É Coisa Que Se Aprende !.

‘Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o sino que ressoa ou como o prato que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada serei’ 
1 Coríntios 13:1-2.

Não tem como ler esse texto sem exclamar um grande e pesado ‘preciso aprender o amor!’.
Embora tenha nascido num lar cristão, ainda sou aprendiz. Tudo o que tenho para oferecer a Deus, e às pessoas, é um amor imperfeito, incompleto e cheio de falhas.

 

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Pastores: Feridas, abandono e o duro recomeço.

                                                    Pastores feridos; Pastores que abandonam o púlpito, enfrentam o difícil caminho da auto-aceitação e do recomeço. Desânimo, solidão, insegurança, medo e dúvida. Uma estranha combinação de sensações passou a atormentar José Nilton Lima Fernandes, hoje com 41 anos, a certa altura da vida. Pastor evangélico, ele chegou ao púlpito depois de uma longa vivência religiosa, que se confunde com a de sua trajetória. Criado numa igreja pentecostal, Nilton exerceu a liderança da mocidade já aos 16 anos, e logo sentiria o chamado – expressão que, no jargão evangélico, designa aquele momento em que o indivíduo percebe-se vocacionado por Deus para o ministério da Palavra. Mas foi numa denominação do ramo protestante histórico, a Igreja Presbiteriana Independente (IPI), na cidade de São Paulo, que ele se estabeleceu como pastor. Graduado em Direito, Teologia e Filosofia, tinha tudo para ser um excelente ministro do Evangelho, aliando a erudição ao conhecimento das Sagradas Escrituras. Contudo, ele chegou diante de uma encruzilhada. Passou a duvidar se valeria mesmo a pena ser um pastor evangélico. Afinal, a vida não seria melhor sem o tal “chamado pastoral”?

 

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Na Graça, feliz é quem não se condena.

“Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova.” (Romanos 14:22). Por muito tempo nós que fizemos parte do sistema religioso vivemos presos em um labirinto chamado condenação. Tudo o que queríamos fazer trazia-nos certo desconforto, pois não sabíamos se aquilo era permitido pelo “líder espiritual” ou se seríamos julgados pelo “irmãozinho” da igreja. No texto bíblico citado, Paulo deixa claro que FELIZ É AQUELE QUE NÃO SE CONDENA. E, hoje, podemos viver esta plena felicidade, pois a Graça de Deus traz a liberdade ao invés do senso de reprovação. Na religião éramos tratados como crianças (que não sabem bem o que devem praticar e que precisam de um aio para ser guiadas perante o que pode e o que não pode fazer). Mas, agora em Graça, somos adultos espirituais, plenos no conhecimento e livres para fazer o que queremos, pois estamos certos que tudo gera um resultado, e somos capazes de discernir o bem do mal. E quando estamos realmente com o espírito ativado optamos por fazer as coisas boas que trazem um bom testemunho e boas consequências. É por isso que não devemos nos condenar a nós mesmos, pois sabemos qual caminho devemos trilhar. E embora haja tantos a serem seguidos, o Espírito de Deus que habita dentro de nós nos guia sempre pelas veredas corretas em direção ao alvo.

 

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Dia Internacional da Mulher: Débora, corajosa e cheia de virtudes.

O website “O Caminho Cristão” parabeniza todas as mulheres neste dia especial.

Débora era juíza e profetisa. Era casada com Lapidote. Seu “Tribunal” ficava debaixo de uma palmeira, entre Rama e Betel (consultem um mapa), no território de Efraim, a tribo líder do norte. Os juízes antigos julgavam as questões do povo junto às portas das cidades, ou num lugar público e determinado, e todos iam ali levar as suas queixas e receber as decisões, que eram inapeláveis. Não havia os rigores modernos de uma judicatura pomposa e custosa. Tudo era muito simples. De qualquer maneira temos agora uma mulher feita juíza em Israel. Como a situação do norte chegou ao seu conhecimento, o texto não o diz. Mas parece certo que Jabim e seus aliados estavam dominando e arruinando as tribos do norte. Então ela chama Baraque, filho de Quedes, Naftali, lá do norte, e lhe pergunta a respeito dos negócios de Israel. Baraque era da zona conflagrada e sabia bem de tudo. Ela perguntou se ele não sabia que Deus tinha determinado entregar Jabim na sua mão. Parece que ele ignorava mesmo e, se sabia, não tinha tomado qualquer medida. Diz ela então, repetindo a ordem do Deus de Israel: “Vai, e atrai gente ao monte Tabor, e toma contigo dez mil homens dos filhos de Naftali e dos filhos de Zebulom; e atrairei a ti, para o ribeiro Quisom, Sísera, chefe do exercício de Jabim, e com os seus carros (ferrados) e com as suas tropas, e to entregarei na mão. Ele respondeu: Se tu fores comigo, irei!” Como Débora recebeu esta informação não se diz, senão que era profetisa e Deus lhe teria falado, embora, como mulher, não lhe coubesse tomar a dianteira. Tudo estava devidamente planejado, e era apenas questão de Baraque se dispor a ir à guerra.

 

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Gólgota, o Único divisor de águas da história humana !.

“Levaram-no, pois, ao lugar do Gólgota, que quer dizer, lugar da Caveira. (…) Então o crucificaram…

(Marcos 15:22-24)

Há quase dois mil anos atrás Jesus de Nazaré subiu à cruz e consumou os séculos (Hebreus 9:26). Ou seja, Ele pôs fim à era de Adão, do diabo e da Lei de Moisés (Romanos 10:4); enfim, o Senhor nos libertou do império das trevas (Colossenses 1:13) e, ao ressuscitar, iniciou, por assim dizer, uma nova era (um novo “aeon”): a era eterna da Graça de Deus, e a Nova Criação. O lugar onde a cruz do Senhor foi posta chamava-se Gólgota(palavra do aramaico – dialeto usado pelos habitantes do Oriente Médio daquela época – que significa “Caveira”). Este nome foi dado àquele local, que se localizava fora das muralhas da cidade de Jerusalém, porque o monte apresentava uma elevação que se assemelhava a um crânio e era também o local onde muitos condenados à morte foram crucificados.

 

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Liberdade ! O chamado da Graça em Cristo !.

Você gosta de ter a cor do seu cabelo azul, rosa, verde, pinte-o! Se você é maior de idade e deseja fazer aquela linda tatuagem ou colocar aquele piercing, faça !. Se você deseja ouvir a música daquele artista não-cristão, ouça !. Quer sair pra dançar, viajar com amigos e amigas, ir a praia, cachoeira, ao campo, tomar sol numa piscina,  ir ao cinema, ao teatro, ao estádio de futebol torcer para o seu time do coração, ou ir aquele show musical tão sonhado?  Não perca seu tempo, vá!.

Enfim, valorize esta bênção tão preciosa chamada LIBERDADE, e extermine de vez o legalismo religioso que mata !.

 

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O Arrebatamento da Igreja – Diversas Teses.

 

 

 

Jesus prometeu que voltaria para arrebatar a sua igreja, como está escrito: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (Jo 14.1-3). Paulo acrescenta: “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor” (1Ts 4.16-17).

 

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Deus, o sustentador de tudo e todos !.

Se cremos que “no princípio criou Deus os céus e a terra”,
devemos crer também que esse mesmo Deus mantém todas as coisas
criadas por ele. A priori esse conceito é até muito difundido e aceito
no meio cristão, mas quando falamos de certas inferências do que
isso significa, alguns deles têm um receio e até temor sobre o
assunto abordado. Quando surge a questão de quem controla o
diabo, os anjos caídos e a maldade que eles ou o homem pratica, há
uma nebulosidade sem sentido para explicá-la.

 

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