Arquivo do mês: maio 2009

Pérolas de sabedoria.

Ciúme, não sendo patológico, é um elemento essencial do verdadeiro amor: é o anelo incessante pelo bem-estar e proteção do ser amado.

 

Dr. Billy Graham.

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O contador da velha história.

 

 

 

Mauro de Oliveira, o Maurão dos Bonecos, esta semana enviou-me um e-mail. Meu amigo de algumas décadas. Este moço tem um ministério que eu admiro muito, várias gerações passaram por ele e foram impactados com a velha história que ele conta. História que quase já não se conta mais. Pena isso!  É a História da Cruz, da Salvação, do arrependimento, do encontro com Deus. Com seus bonecos que ganham vida em suas mãos, personagens e textos inteligentes que fazem pensar desde a criança até o mais experiente. Numa simplicidade que chega a espantar. O humor na comunicação do evangelho.

 

   Não seriam nada demais os seus feitos, porque qualquer um poderia fazer este trabalho, bastando ter chamado, talento e unção. O agravante está no fato de ele ser um portador de câncer. À base de morfina para aliviar um pouco as suas dores, acompanhado de uma linda mulher, a Bila, a tia Bila, bendita Bila!  Andam pelo Brasil afora contando a velha história. Choro por ele. Não de dó ou pena, porque quase sozinho insiste que a velha história poderá mudar o modo de vida de quem acreditar. E vai continuando a sua missão. Choro por ele, porque não posso fazer nada para tirar-lhe as dores, senão orar. Contudo, me orgulho de ser seu amigo.

   A “nova história”, aquela da “teoria” da prosperidade (me recuso a chamar de teologia), está tentando ofuscar a glória da velha história. Não precisa falar de salvação, basta orar que as pessoas são curadas (creio nisso também), porém, vejo que muitos deles, os curados, irão para o inferno sem nenhuma enfermidade se não houver um conserto com Deus.

   Maurão, por favor, continue contando a velha história. Todos nós precisamos ouvir e aprender. Acima de tudo, aceitar o mesmo desafio que você aceitou, o desafio do “IDE” (se você que está lendo agora esse artigo, não souber de que se trata, pergunte ao Maurão, porque se eu falar que está escrito na Bíblia isso, talvez pare de ler). Conta, Maurão, conta a velha história, moço.

   Eu vou continuar a contar também essa história. Eu sei, eu sei, não dá IBOPE. Mas. Pelo menos cumpro a ordem do Mestre.

 

Douglas Vilcinskas, Pr  

 

douglas@pastordouglas.com.br

 

 

ps: Faço eco com o Pr. Douglas nestas palavras dedicadas ao Maurão.

Figura carismática que tive o prazer de me divertir, ver e ouvir contar a velha e sublime história por muitas vezes.

Claudio E. Fonseca. 

 

 

“Ministério Maurão e os Bonecos” :  http://www.mauraoebonecos.com/

 

 

 

 

 

 

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Sexualidade : breves orientações !.

Sexo fora do casamento é pecado; todos os cristãos sabem isso, e os

incrédulos também. Não ter sexo no casamento (sob as circunstâncias

ordinárias) também é pecado; talvez nem todos estejam cientes disso. De

acordo com 1 Coríntios 7:3-5, sexo no casamento é uma dívida. Negligenciar

ou recusar fazer sexo com o seu cônjuge é roubo.

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Aspectos médicos da Crucificação.

Eu não tenho nenhuma competência para discutir o infinito sofrimento psíquico e espiritual do Deus Encarnado que paga pelos pecados do homem caído. Mas parecia a mim que como um ponto de vista mais científico eu poderia procurar de forma mais detalhada os aspectos fisiológicos e anatômicos da paixão de nosso Senhor. O que foi que o corpo de Jesus de Nazaré de fato suportou durante essas horas de tortura?

 

 

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Fé mutante !.

   Dia desses, eu estava indo para o céu de trem. Verdade! Dei uma voltinha no passado e lembrei-me de canções que cantava na igreja: ”O trenzinho de Jesus….”, mas as canções não paravam por ai, era uma “briga” de “pentecostais” com “tradicionais” (me desculpem o mau jeito).  Também, em um tempo em que era pecado a bateria na igreja, camisa vermelha, nem pensar. Me lembro saudoso da minha vasta cabeleira (buá, buá) que quase obtive a sentença de já estar no inferno. Os de outros credos religiosos era o próprio diabo e, portanto, nossos inimigos. Não podíamos ter contato com eles. Nesse tempo, ficou para trás oportunidades preciosas de conquistar corações para o Reino de Deus. Ah, Reino de Deus, era utopia! Mas, tínhamos crédito, os “crentes” eram gente boa, honesta trabalhadora. Orgulhávamo-nos disso!.

Hoje, bem, hoje… A facilidade de se “evangelizar” é tão grande que todos os meios de comunicação há um de nós infiltrado e mandando. Parece não existir mais pecado em nada, tudo é permitido, possível. A doutrina do “o que é que tem” está imperando. Se fizer sol, vou à praia, se chover eu não vou ao culto, compromisso?

   O poder do evangelho atual está em ter, ser, estar, status e não se pode sofrer. Não sofra mais!. Eu queria que os meus queridos fossem de Jesus, mas eles agora são de uma Igreja. Com slogans e trejeitos tribais. As canções de hoje? Vende CD e DVD, então é da boa! A Bíblia, só se tiver comentários exaustivos do meu pastor. A fé está mudando? Estou envelhecendo rápido demais? Tô por fora, bicho? Tenho que me tornar mais ligth?. Já não canto aquelas canções, não tenho tanto cabelo como queria ter, as vezes tenho receio de levantar a minha mão, senão o Senhor me avista e me chama puxando-me por ela. Também não quero nenhum Luthero, Calvino, ou qualquer outro colega reformador para mudar isso. Eu tenho que me convencer disso e mesmo me colocar a disposição para possíveis alterações. Posso ir a tua igreja e ver algo diferente, como o amor, por exemplo?. Acho que vou colocar a minha camiseta escrita assim: “Sou cristão, e daí?..

Um abraço, beijo e aperto de mão, tudo despudoradamente gospel ! Amem !.

 

Douglas Vilcinskas, PR.

douglas@pastordouglas.com.br

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O dom da compaixão.

Ter compaixão é algo mais do que ter dó. Ter dó sugere distância, e até uma certa condescendência. Com freqüência, eu atuo por dó. Dou algum dinheiro de esmola a algum pedinte numa avenida, mas não olho para ele – olhos nos olhos; não me sento ao seu lado nem falo com ele. 

Estou demasiado ocupado para prestar realmente atenção à pessoa que me estende a mão. O meu dinheiro substitui a minha atenção pessoal e representa uma desculpa para continuar o meu caminho. 

Ter compaixão significa aproximar-se de quem sofre. Mas só podemos nos aproximar de uma outra pessoa quando estamos dispostos a nos tornar vulneráveis. Uma pessoa compassiva diz: “Eu sou seu irmão; eu sou sua irmã; eu sou humano, frágil e mortal; precisamente como você. Não me escandalizo com as suas lágrimas nem tenho medo da sua dor. Também eu já chorei”. Só podemos estar com o outro quando o outro deixa de ser “outro” para se tornar como nós. 

Esta talvez seja a principal razão porque, por vezes, achamos mais fácil ter dó que compaixão. A pessoa que sofre apela para que nós nos tornemos conscientes do nosso próprio sofrimento. Como posso reagir à solidão de alguém se eu não estiver em contato com a minha própria experiência de solidão? Como posso estar perto de pessoas deficientes se recuso reconhecer as minhas próprias deficiências? Como posso estar com os pobres se não estou disposto a confessar a minha própria pobreza? 

Quando reflito sobre a minha própria vida, compreendo que os momentos de maior conforto e consolação foram os momentos em que alguém disse: “Eu não posso tirar de você o sofrimento, não posso oferecer uma solução ao seu problema, mas posso prometer que não deixarei você sozinho e estarei ao seu lado tanto tempo e tão bem quanto me for possível”. 

Há muita angústia e sofrimento na nossa vida, mas que bênção quando não temos que viver a nossa angústia e sofrimento sozinhos!

Esse é o dom da compaixão.

Henri Nouwen.

 

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O mapa do fracasso.

Paul Krugman ganhou o Prêmio Nobel de Economia em 2008. Depois, passou a escrever para o jornal “The New York Times”. Em “A Desintegração Americana” (Editora Record), Krugman relata os caminhos que levaram uma economia próspera à bancarrota. A orelha do livro avisa que Krugman “examina como a exuberância cedeu lugar ao pessimismo, como a era dos heróis empreendedores foi substituída pela dos escândalos corporativos e como a responsabilidade fiscal entrou em colapso”. Publicado originalmente em 2003, parece um mapa para o fracasso que agora assombra o mundo inteiro. O capítulo 1 começa com um texto de 29 de dezembro de 1997, que pergunta o que o mercado andava tramando. Busca saber como “homens e mulheres inteligentes — e devem ser inteligentes, porque se não fossem, como ficariam ricos? — podiam fazer tanta bobagem”. Krugman previu que o andar da carruagem da economia acabaria no barranco. E, ironicamente, sugeriu sete posturas para precipitar o mercado no despenhadeiro. Ei-las:

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Pérolas de sabedoria.

Aqueles que conhecem o grande e terno coração do Senhor Jeová, certamente serão conduzidos a negar seus próprios amores e paixões efêmeras, para participarem da expressão Eterna e inigualável do Seu Amor !.

Jim Elliot.

 

 

 

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A Paixão !.

“Tu és toda formosa(o), amada(o) minha (meu), e em tí não há mancha. ”(Cantares 4:7)

 

Hoje o dia amanheceu tão lindo, cheiro de flor, o coração batendo mais forte, e não consigo tirar alguém dos meus pensamentos. Háaaaa. Minha respiração está ofegante, estou desconcentrada (o), um leve (mais que leve) suor nas mãos. Minhas palavras insistem em tremer só de pensar em seu nome. Quando chego perto, que sensação estranha, tremo, fico gelada, e não dá vontade de ir embora.

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Perspectivas de um Casamento.

 

A ansiedade no coração do homem o abate; mas uma boa palavra o alegra.” (Provérbios 12:25)

 

 

Mesmo vivendo em uma época chamada de moderna, as nossas expectativas em relação a alguns fatos não mudou muito. O casamento é uma delas, muito mais para as mulheres, que são cheias de fantasias, desejos e imagens do momento. Ainda sonham com o príncipe encantado, nada de cavalo branco, isso já é passado. E ser feliz para sempre, mesmo que o amor para muitos é eterno enquanto dure, ou enquanto eu não me apaixono de novo.

 

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